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21 maio, 2012

Comida para especular?

Do Ibase 


O que os mercados financeiros têm a ver com o preço dos alimentos? O vídeo a seguir mostra como a fome está associada à especulação financeira e à crise econômica mundial. Mais de 20 países estão em situação de emergência alimentar, e, pela primeira vez na história, mais de um bilhão de pessoas passam fome.

A partir de um bem elaborado encadeamento de ilustrações, o vídeo apresenta os eventos dessa crise e defende uma nova governança global para dar conta dos problemas.
Realização do Ibase, por meio do projeto Liberalização Financeira e Governança Global, o vídeo teve o apoio da Fundação Ford.

11 outubro, 2011

2,8 milhões de crianças com fome...no Reino Unido

Telesur

Pré industrial


Un total de 2,8 millones de niños viven en la absoluta pobreza en Reino Unido y se espera que para el 2020 la cifra aumente a 3,1 millones (23,1 por ciento) debido a la política fiscal y recortes de subsidios del actual Gobierno británico, señala un estudio publicado por un instituto de investigación financiera.

De acuerdo con el análisis del Instituto de Estudios Fiscales (IFS, sigla en inglés), los ingresos medios de la población bajarán un 7 por ciento hacia finales de esta década, lo que empujará a más niños hacia la pobreza absoluta.

Según el instituto, la pobreza "absoluta" se da cuando una familia recibe menos del 60 por ciento de un ingreso promedio, y debido a los recortes de los subsidios hechos por el Gobierno de David Cameron por la crisis económica y al aumento de los impuestos, como el IVA (que ha pasado del 17,5 al 20 por ciento), las personas está sufriendo seriamente las consecuencias.

Actualmente 2,8 millones de niños, un 21,1 por ciento, están en el estatus en la actualidad y de acuerdo con el IFS, 3,1 millones de niños, un 23,1 por ciento, vivirán en la pobreza absoluta en 2020.

Para el IFS, la actual administración británica no cumplirá con los objetivos de reducir la pobreza, contenidos en la llamada Ley de Pobreza Infantil, aprobada por el anterior Gobierno laborista con el apoyo de todos los partidos en 2010 y que establecía que no más del 5 por ciento de los menores debía vivir en la pobreza absoluta hacia finales de la presente década.

Desde octubre 2010, el gobierno de Reino Unido ha aplicado una serie de recortes presupuestarios para enfrentar la crisis económica que vive Europa.

La medidas buscan reducir el déficit fiscal de la nación que se ubica en 11 por ciento del Producto Interno Bruto (PIB).

Los anuncios contemplan la eliminación de 490 mil empleos en el sector público, incremento de las cotizaciones públicas de jubilación y el aumento de la edad de retiro a 66 años, lo que significa cuatro años más de lo estipulado en la actualidad.

Este plan de ajustes pretende ahorrarle a la nación unos 95 mil millones de euros (más de 131 mil millones de dólares) en unos cuatro años.




10 outubro, 2011

Brasil lidera ranking de combate à fome, mas concentração de terras dificulta ação


João Roberto Ripper/Imagens Humanas


Apesar dos avanços no combate à fome, a concentração de 56% das terras agricultáveis nas mãos de 3,5% dos proprietários rurais, enquanto os 40% mais pobres têm apenas 1% dessas terras, é o principal entrave para que 16 milhões de brasileiros que ainda vivem na pobreza absoluta saiam dessas condição.
Esta é a conclusão principal do relatório da ONG ActionAid, que, pela terceira, vez coloca o Brasil na liderança do ranking que lista os países que mais combatem a fome!  

Brasil lidera ranking de combate à fome

Luana Lourenço 
Agência Brasil 

O Brasil lidera pela terceira vez o levantamento da organização não governamental (ONG) ActionAid, divulgado nesta segunda-feira (10), que lista os países que mais combatem a fome. Desta vez, o anúncio de mais investimentos para a agricultura familiar levou o Brasil ao topo do ranking. Malauí, Ruanda, Etiópia e Tanzânia completam as cinco primeiras posições.

O relatório lista resultados do Programa Fome Zero, que levou à redução da desnutrição infantil em 73% entre 2002 e 2008, e elogia a inclusão do direito à alimentação na Constituição Federal em fevereiro de 2010.

A iniciativa mais recente do país no combate à insegurança alimentar, segundo a ONG, foi o anúncio de R$ 16 bilhões para o Plano Safra da Agricultura Familiar 2011/2012, para investimentos na produção de alimentos, geração de renda no campo e organização econômica de agricultores familiares, assentados da reforma agrária e povos e comunidades tradicionais. 




Apesar dos bons resultados, segundo a ActionAid, o Brasil precisa avançar na distribuição de terras, uma das mais desiguais do mundo. De acordo com o relatório, 56% da terra agricultável está nas mãos de 3,5% dos proprietários rurais. Os 40% mais pobres têm apenas 1% dessas terras.

“O país precisa resolver a profunda desigualdade no acesso à terra e assegurar que os novos processos de crescimento não gerem novas exclusões por meio do deslocamento das populações. E ainda há 16 milhões de pessoas em situação de extrema pobreza, altamente vulneráveis à fome. Essas pessoas são profundamente excluídas, são necessárias políticas públicas muito específicas e desenhadas para esse grupo”, avaliou o coordenador executivo da ActionAid Brasil, Adriano Campolina.

Segundo ele, a experiência brasileira em iniciativas de transferência de renda e políticas de proteção social e segurança alimentar, como os programas de merenda escolar e de construção de cisternas em regiões semiáridas pode ser compartilhada com outros países.


Perigo à vista 


Foto de Sebastião Salgado 

Na avaliação global, o levantamento aponta que apesar de recentes avanços no combate à fome e à insegurança alimentar, o mundo está prestes a enfrentar uma agravamento da crise de oferta de alimentos. Entre as causas estão os efeitos das mudanças climáticas e a perspectiva de aumento de preço dos alimentos, que deverá levar mais 44 milhões de pessoas à pobreza. De acordo com a ActionAid, a demanda por terras para a produção de biocombustíveis deve continuar inflacionando o preço dos alimentos.

De acordo com Campolina, a crise econômica também deve frear os esforços internacionais de combate à fome. “Em um ambiente de crise há menos recursos disponíveis tanto para a ajuda externa quanto para o investimento doméstico em agricultura, o que pode levar a uma diminuição dos recursos que poderiam ser destinados à agricultura familiar e sustentável. Apesar que boa parte do que se ouviu até hoje sobre promessa de ajuda dos países ricos não constitui novos recursos”, acrescentou. 


focandoanoticia

A ONG sugere que o G20 (grupo das 20 maiores economias do mundo) inclua a crise alimentar na pauta de sua próxima reunião, em novembro, em Cannes, na França, e se comprometa, por exemplo, a garantir investimentos às pequenas propriedades dos países pobres e a frear a especulação de terras para a produção de biocombustíveis.

“O G20 tem que tomar as medidas concretas para cumprir a prioridade de combater a fome. A prioridade não pode ser salvar grupos financeiros que especulam com commodities agrícolas ao custo da fome das populações pobres. É preciso investir em pequenos agricultores que produzem alimentos para consumo local e dinamizam mercados domésticos, apoiar a criação de estoques de alimentos nacionais e regionais e controlar a especulação financeira com produtos agrícolas”, defendeu o coordenador.




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