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22 novembro, 2011

O Brasil e o mundo se beneficiaram com sua força e incansável liderança


Do Sul21, via #BlogProgRS
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, enviou carta ao “amigo” Luiz Inácio Lula da Silva desejando “pronta recuperação” contra o câncer. “Quero que você saiba que você e sua família estão nos meus pensamentos e orações, e também nos de Michelle”, disse Obama, em referência à primeira-dama daquele país.
No documento, divulgado nesta terça-feira (22) pelo Instituto Lula, o presidente norte-americano diz ter ficado “consternado” com a notícia do tumor de laringe que atinge o ex-presidente brasileiro. “O Brasil e o mundo se beneficiaram com sua força e incansável liderança”, diz Obama, desejando “pronta recuperação”.
Reprodução / Instituto Lula
Foto: Reprodução / Instituto Lula
Antes de Obama, outros chefes de governo já haviam enviado correspondência desejando a recuperação do ex-presidente brasileiro, como o francês Nicolas Sarkozy, o paraguaio Fernando Lugo, o colombiano Juan Manuel Santos e o português Aníbal Cavaco Silva.
Lula passa, nesta semana, pela segunda sessão de quimioterapia que tenta fazer regredir o câncer. A expectativa é de que Lula deixe o Hospital Sírio-Libanês ainda nesta terça-feira (22) para dar sequência em casa ao tratamento. A terceira e última sessão da quimioterapia deve ser realizada em dezembro.
Com informações de Instituto Lula e Rede Brasil Atual

03 novembro, 2011

Lula: vim para lutar

"Se o dia hoje não foi bom, a gente faz ele ficar melhor amanhã!"





27 outubro, 2011

No que você votou?

Eu votei e tenho votado desde 1983 numa proposta que é a mais condizente com o que penso que deve ser o mundo: onde impostos são transformados em saúde, educação, igualdade. Adiantaram alguma coisa esses votos? Acho que sim. O país, cresceu, há menos miséria, mais gente tem trabalho, etc, etc, etc. 



Aí, bom, o que temos visto é o governo sendo achincalhado, dia sim, dia também, nos caracteres impressos, on-line ou lidos (assistidos e ouvidos) pela grande mídia, aquela que todo mundo tem acesso, seja por ondas – nos lugares mais distantes pelas rádios e TVs “afiliadas” - por cabo ou nas bancas.

E, quanto é mesmo que o governo, desde 2003, destina em “investimento” de publicidade? Uma média de R$1,2 bi anuais e caindo. É certo que esse dinheiro está sendo melhor distribuído. Antes 499 empresas em 182 municípios amealhavam toda a bufunfa, agora 8.094 veículos em 8.933 cidades a recebem. Há melhor divisão. Antes apenas 11 sites e blogs recebiam algum, agora são 2.512. Não discutamos por que é fato.

Mas a pergunta é: se essa dinheirama toda que o governo administra dos nossos impostos fosse posta em saúde, educação e saneamento - só pra falar no básico dos básicos - e também em melhor controle do que está sendo gasto nessa quantidade enorme de ministérios (cada pastinha pra um ou mais partidos da base) precisaria tanta propaganda?

Diz-se que não há dinheiro para investir em infra-estrutura para Banda Larga pública e de qualidade - as empresas públicas da área foram sucateadas pelo governo anterior - mas há para financiamento milionário (quando não bi ou tri) por parte do BNDES para empresas privadas de telecomunicações (que foram privatizadas contra a vontade e o voto da maioria que elegeu esta proposta desde 2003, fique claro).

Levemos em conta também que a tiragem dos impressos cai e o governo, embora mais presente desde 2003 em quase todos os lugares, ocupando o devido lugar que o Estado deve ocupar, e assim tirando as organizações não-governamentais (ONGs) que durante anos fizeram o seu trabalho com o beneplácito dos governos de plantão, ainda não chega a todo o país. Então a
 publicidade posta em locais estratégicos nos mesmos impressos e páginas dizem que o governo é ruim de todo, serve pra contar pra gente que está aqui na cidade (com saúde quase sempre privada e ruim, educação, também quase sempre privada e cada dia pior, transporte coletivo deficiente - então andamos em transporte precário ou em carro, pelos quais pagamos impostos caríssimos por ruas esburacadas e pagando pedágios em estradas quase sempre ruins) que o governo está chegando a lugares e fazendo coisas que antes não fazia. Ok! Me parece muito bom saber! Precisa de tanto dinheiro pra isso? Eu preferiria que esse dinheiro fosse gasto em mais ações visíveis do que em papel que serve pra bichinhos defecarem, com risco de infecção. 


De todos

Se o dinheiro gasto nessas empresas fosse investido em tornar a TV Brasil em canal aberto e em profissionais pagos para mostrar o país que a Globo e as outras concessões não mostram, não seria melhor? Se essa dinheirama fosse investida numa rádio – sinal de rádio chega longe pacas – pública boa de ouvir e com bons profissionais que dessem notícia da aldeia e da taba, que mostrasse a lindeza da cultura de cada cantinho, não seria melhor?

Não sei você que me lê, mas eu sinceramente votei numa proposta que, por um lado vem correspondendo ao que espero do meu país, mas, por outro, vem me decepcionando muito. E meu termômetro é conversar com gente que não votou - e não vai votar nunca - nessa proposta e que me diz que está achando o governo ótimo. E essa gente lê esses jornais e assiste e ouve essas TVs que ainda ficam com a maior fatia do gasto em publicidade e que gastam maior tempo e páginas para dizer que o governo é ruim...

Ok, estamos num regime capitalista, as empresas movem a economia, geram empregos... perfeito. Mas com tanto ministério [chave enorme agora porque parêntesis é pouco: Cultura e Esporte, por exemplo, não é Educação? Telecomunicações não é infra-estrutura? Pesca não é alimento? Direitos humanos não é Justiça?] e as milhares de pessoas que trabalham lá para ter idéias, planejar, tocar, controlar e agir, os passos que nos levam a um modelos mais justo de vida não deveriam ser mais rápidos? O que falta para romper ? O que falta para que custo-benefício seja melhor avaliado e os investimentos cheguem mais rápido e de fato onde precisam chegar?

Para mim falta é peito! E não me venham dizer que a culpa é só da Dilma. Faltou ao Lula também!

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Para quem não leu, recomendo muito este artigo do Maringoni que está no Escrevinhador  onde fica evidente que, embora haja melhor distribuição das verbas publicitárias desde 2003 até agora,  ainda está tudo errado.
 

13 outubro, 2011

O discurso de Lula em Iowa

Para quem, como eu, perdeu o discurso do Lula no recebimento do prêmio em Iowa,
aqui está. Recomendo também o post do Vuvuzela sobre o assunto.

World Food Prize - O discurso de Lula em Iowa





28 setembro, 2011

Lula: transformar a idéia de futuro em ações

Antes de receber o diploma de Doutor Honoris Causa na Sciences Po, Lula falou sobre os jovens, sua importância na transformação do mundo, relações internacionais e muito mais. 
Super vale a pena!





Dica do @gersoncarneiro

27 setembro, 2011

Os escravagistas contra Lula

Doutor “honoris causa” é o titulo atribuído à personalidade que se tenha destacado pelo saber ou pela atuação em prol das artes, das ciências, da filosofia, das letras ou do melhor entendimento entre os povos. 
Lula é a 16ª personalidade – a primeira latino-americana – que recebe essa láurea do Instituto de Estudos Políticos de Paris desde a fundação da Sciences Po, em 1871. O último titulado pela instituição foi o ex-presidente tcheco Václav Havel, em 2009. 
Colo aqui, no original, a excelente matéria de Martín Granovsky, publicada hoje no Página12, onde fica evidente a aversão de uma certa elite contra a decisão do Sciences Po de conceder a Lula um título que tão poucos tiveram a honra de ser merecedores.  Essa elite, nojenta por anacrônica, teve a resposta merecida:  “Os que avaliam quem são os melhores são os outros, não os que são iguais" explicou Richard Descoings. Com esse didatismo todo, talvez a pobre correspondente brasileira tenha entendido o que seu chefe parece ter dificuldade. 




Pueden pronunciar sians po. Es, más o menos, la fonética de sciences politiques. Con decir Sciences Po basta para aludir al encastre perfecto de dos estructuras, la Fundación Nacional de Ciencias Políticas de Francia y el Instituto de Estudios Políticos de París.
No es difícil pronunciar Sians Po. Lo difícil es entender, a esta altura del siglo XXI, cómo las ideas esclavócratas siguen permeando a gente de las elites sudamericanas.
Hoy a la tarde, Richard Descoings, director de Sciences Po, le entregará por primera vez el doctorado Honoris Causa a un latinoamericano: el ex presidente de Brasil, Luiz Inácio “Lula” da Silva. Hablará Descoings y hablará Lula, claro.
Para explicar bien su iniciativa, el director convocó a una reunión en su oficina de la calle Saint Guillaume, muy cerca de la iglesia de Saint Germain des Pres, en un contrafrente desde el que podían verse los castaños con hojas amarillentas. Meterse en la cocina siempre es interesante. Si uno pasa por París para participar como ponente de dos actividades académicas, una sobre la situación política argentina y otra sobre las relaciones entre la Argentina y Brasil, no está mal que se meta en la cocina de Sciences Po.
Le pareció lo mismo a la historiadora Diana Quattrocchi Woisson, que dirige en París el Observatorio sobre la Argentina Contemporánea, es directiva del Instituto de las Américas y fue quien tuvo la idea de organizar las dos actividades académicas sobre la Argentina y Brasil de las que también participó el economista e historiador Mario Rapoport, uno de los fundadores del Plan Fénix hace 10 años.
Naturalmente, para escuchar a Descoings habían sido citados varios colegas brasileños. El profesor Descoings quiso ser amable y didáctico. Sciences Po tiene una cátedra de Mercosur, los estudiantes brasileños acuden cada vez más a Francia, Lula no salió de la elite tradicional de Brasil, pero llegó al máximo nivel de responsabilidad y aplicó planes de alta eficiencia social.
Uno de los colegas preguntó si estaba bien premiar a quien se jacta de no haber leído nunca un libro. El profesor mantuvo su calma y lo miró asombrado. Quizá sepa que esa jactancia de Lula no consta en actas, aunque es cierto que no tiene título universitario. Tan cierto es que cuando asumió la presidencia, el 1º de enero de 2003, levantó el diploma que les dan en Brasil a los presidentes y dijo: “Lástima que mi mamá se murió. Ella siempre quiso que yo tuviera un diploma y nunca imaginó que el primero sería el de presidente de la república”. Y lloró.
“¿Por qué premian a un presidente que toleró la corrupción?”, fue la siguiente pregunta.
El profesor sonrió y dijo: “Mire, Sciences Po no es la Iglesia Católica. No entra en análisis morales, ni saca conclusiones apresuradas. Deja para el balance histórico ese asunto y otros muy importantes, como la electrificación de favelas en todo Brasil y las políticas sociales”. Y agregó, tomando Le Monde: “¿Qué país puede medir moralmente hoy a otro? Si no queremos hablar de estos días, recordemos cómo un alto funcionario de otro país debió renunciar por haber plagiado una tesis de doctorado a un estudiante”. Hablaba de Karl-Theodor zu Guttenberg, ministro de Defensa de Alemania hasta que se supo del plagio.
Más aún: “No excusamos, ni juzgamos. Simplemente no damos lecciones de moral a otros países”.
Otro colega preguntó si estaba bien premiar a quien una vez llamó “hermano” a Muamar Khadafi.
Con las debidas disculpas, que fueron expresadas al profesor y a los colegas, la impaciencia argentina llevó a preguntar dónde había comprado Khadafi sus armas y qué país refinaba su petróleo, además de comprarlo. El profesor debe haber agradecido que la pregunta no citara, con nombre y apellido, a Francia e Italia.
Descoings aprovechó para destacar en Lula “al hombre de acción que modificó el curso de las cosas”, y dijo que la concepción de Sciences Po no es el ser humano como “los unos o los otros” sino como “los unos y los otros”. Marcó mucho el et, “y” en francés.
Diana Quattrocchi, como latinoamericana que estudió y se doctoró en París tras salir de una cárcel de la dictadura argentina gracias a la presión de Amnistía Internacional, dijo que estaba orgullosa de que Sciences Po le diera el Honoris Causa a un presidente de la región y preguntó por los motivos geopolíticos.
“El mundo se pregunta todo”, dijo Descoings. “Y tenemos que escuchar a todos. El mundo no sabe siquiera si Europa existirá el año que viene.”
En Siences Po, Descoings introdujo estímulos para que puedan ingresar estudiantes que, se supone, corren con desventaja para aprobar el examen. Lo que se llama discriminación positiva o acción afirmativa y se parece, por ejemplo, a la obligación argentina de que un tercio de las candidaturas legislativas deban ser ocupadas por mujeres.
Otro colega brasileño preguntó, con ironía, si el Honoris Causa a Lula formaba parte de la política de acción afirmativa de Sciences Po.
Foto já posta no olhosdosertao.blogspot.com
Descoings lo observó con atención antes de contestar. “Las elites no son sólo escolares o sociales”, dijo. “Los que evalúan quiénes son mejores son los otros, no los que son iguales a uno. Si no, estaríamos frente a un caso de elitismo social. Lula es un tornero que llegó a la presidencia, pero según tengo entendido no dio un ingreso sino que fue votado por millones de brasileños en elecciones democráticas.”
Como Cristina Fernández de Kirchner y Dilma Rousseff en la Asamblea General de Naciones Unidas, Lula viene insistiendo en que la reforma del Fondo Monetario Internacional y del Banco Mundial está atrasada. Dice que esos organismos, así como funcionan, “no sirven para nada”. El grupo Brics (Brasil, Rusia, India, China, Sudáfrica) ofreció ayuda a Europa. China sola tiene el nivel de reservas más alto del mundo. En un artículo publicado en El País, de Madrid, los ex primeros ministros Felipe González y Gordon Brown pidieron mayor autonomía para el FMI. Quieren que sea el auditor independiente de los países del G-20, que integran los más ricos y también, por Sudamérica, la Argentina y Brasil. O sea, quieren lo contrario de lo que piensan los Brics.
En medio de esa discusión llegará Lula a Francia. Conviene hacerle saber que, antes de recibir el doctorado Honoris Causa de Sciences Po, debe pedir disculpas a los elitistas de su país. Un obrero metalúrgico no puede ser presidente. Si por alguna casualidad llegó a Planalto, ahora debería guardar recato. En Brasil, la casa grande de las haciendas estaba reservada a los propietarios de tierras y esclavos. Así que Lula, ahora, silencio por favor. Los de la casa grande se enojan.

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