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23 janeiro, 2012
Estado (Tucano) de Direito
Do Sindicato dos Metalúrgicos de SJC
Dica @mdiacirucis
A ação da Polícia Militar do Estado de São Paulo, iniciada neste domingo, dia 22, na Ocupação Pinheirinho, em São José dos Campos, é o retrato da irresponsabilidade, truculência e covardia dos governos Geraldo Alckmin (PSDB) e Eduardo Cury (PSDB).
22 janeiro, 2012
Pinheirinho: "Direita oligárquica não descansa"
Do Carta Maior
Por Ivan Trindade
Dica @Maria_Fro
Em Canoas para uma oficina da universidade Popular dos Movimentos Sociais, evento pré-Fórum Social Temático, o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos condenou duramente a ação de reintegração de posse autorizada pela justiça paulista e executada pelo governo de Geraldo Alckimin (PSDB). "A violência é um recado da direita oligárquica, que não descansa, a todos os movimentos sociais que lutam por seus direitos", disse Boaventura.
Canoas (RS) - O sociólogo português Boaventura de Sousa Santos comentou neste domingo, a violenta ação da Polícia Militar de São Paulo na desocupação da comunidade do Pinheirinho, em São José dos Campos, São Paulo, na manhã deste domingo. Relatos dos próprios moradores dão conta de pelo menos sete mortes, informação não confirmada pela polícia militar até o final da tarde deste domingo.
Em Canoas para uma oficina da Universidade Popular dos Movimentos Sociais, evento pré-Fórum Social Temático, Boaventura condenou duramente a ação de reintegração de posse autorizada pela justiça paulista e executada pelo governo do estado, comandado pelo governador tucano Geraldo Alckimin (PSDB).
Para o professor, a violência é um recado da direita oligárquica a todos os movimentos sociais que lutam por seus direitos. Uma tentativa de desmoralizá-los. Para ele, a direita é anti-democrática e não hesita em usar de todos os meios para garantir seus interesses, sejam meios legais ou não.
O sociólogo cobrou uma ação firme do governo federal no caso e considera que mesmo com a violência, os movimentos sociais não se deixarão desmoralizar e seguirão em suas lutas por direitos fundamentais de cada cidadão.
Vídeo: Ivan Trindade
09 janeiro, 2012
Aluno da USP é agredido pela PM #Tucana de SP
Por Igor Carvalho
Do SpressoSP
Hoje pela manhã, por volta das 11h, a Polícia Militar, sob o comando de um policial identificado apenas como André, cuja patente não foi revelada, iniciou a remoção dos alunos que estavam acampados no local e soldou a porta de entrada da sede do DCE (Diretório Central dos Estudantes), da USP. “Vieram aqui nos remover sem um mandato, sem qualquer amparo judicial, de forma bruta e agressiva”, alega Rafael Alves, estudante de Letras, que estava presente durante a ação. Durante a remoção dos alunos, o policial André agrediu o aluno de Licenciatura em Ciências da Natureza, Nicolas Menezes, e chegou a sacar uma arma para o estudante, que não reagiu. Pode-se observar no vídeo abaixo que os alunos durante todo o tempo tentam dialogar com o policial que os ignora durante seu ato de fúria.
Fechada em 2005 sob a alegação de que haveria uma reforma, que nunca houve, a sede do DCE foi retomada pelos estudantes em 2009. Desde então, tem funcionado normalmente, para assembleias, festas, eventos culturais e como ponto de encontro dos alunos. Na última sexta (06), a sede do DCE recebeu uma visita do reitor João Grandino Rodas, que alegava estar “apenas vistoriando o espaço”, e, em seguida, foi invadida pela Guarda Universitária e pela Polícia Militar. Durante a ação, diversos itens foram retirados do local, de acordo com os estudantes. “Eles levaram nosso freezer, equipamentos de som e luz, que usávamos para realizar eventos culturais e uma série de outras coisas”, afirma Rafael Alves. Os agentes alegaram que estavam agindo a mando do reitor. Após a operação de sexta, os alunos acamparam na frente da sede.
Desocupação e “monitoramento”
Alves, que participa do movimento estudantil da USP, é citado na matéria da edição de janeiro da revista Fórum, que já está nas bancas e que denuncia o esquema de arapongagem dentro da universidade e a política adotada pela reitoria de “monitoramento” de alunos, sindicalistas e professores. Para Alves, que é visto no vídeo (de barba, dialogando com o policial no começo da filmagem) “essa ação não é novidade nenhuma pra gente. Estamos acostumados, a diferença é que desta vez conseguimos registrar. A PM não está aqui para dar segurança”, afirma.
Assista agora à segunda parte do vídeo. Após a agressão, o policial André começa a ordenar a imediata retirada dos objetos de dentro da sede. Ele passa a ser alvo dos protestos dos alunos que o chamam de “racista” e perguntam se “essa é a aula de democracia”, prometida pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, aos estudantes da USP. No final do vídeo, começa o diálogo ríspido entre o aluno Nicolas (agredido) e o policial.
Leia também:
A PM paulistana sabe lidar com seres humanos?
13 outubro, 2011
A hipocrisia desnudada
Texto e tradução de Vicente Queiroz Silva Telles
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O vídeo trata de Hipocrisia. O que Hillary Clinton fala que não há na Líbia, liberdade, na verdade também não há nos EUA, já que, como o presidente Barack Obama disse, "manifestantes ocuparam as ruas pedindo seus direitos universais, um país que seja compatível com eles e que atenda seus desejos. Mas foram repreendidos por um punho de ferro."
Hillary Clinton: As pessoas do Oriente Médio, como todas as outras, estão a procura de uma chance de contribuir e ter uma parte nas decisões que irão influenciar suas vidas. Os líderes precisam atender a esses desejos e ajudar a construir um futuro melhor para todos. Eles precisam ver a sociedade civil como um parceiro, e não uma ameaça.
Barack Obama: Quero aproveitar esta oportunidade para atualizar o povo americano sobre a situação da Líbia. No último mês, protestantes ocuparam as ruas pedindo pelos seus Direitos Universais, um país que seja compatível com eles e que atenda seus desejos. Mas foram repreendidos por um punho de ferro.
Hillary Clinton: Liberdade de reunião, expressão e imprensa.
E por aí segue...
Barack Obama: Quero aproveitar esta oportunidade para atualizar o povo americano sobre a situação da Líbia. No último mês, protestantes ocuparam as ruas pedindo pelos seus Direitos Universais, um país que seja compatível com eles e que atenda seus desejos. Mas foram repreendidos por um punho de ferro.
Hillary Clinton: Liberdade de reunião, expressão e imprensa.
E por aí segue...
Postado por
Denise Queiroz
às
19:00
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